YOUTUBE > Encontrados 196 videos de "luis-e-seus-escravos"
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Luis Miguel - Usted 3.62 min. | 5.0 avaliação | 319 exibições Você ( Luis Miguel ) Você é a culpada De todas minhas angustias, e todas as minhas perdas Você encheu minha vida Preocupações, doces e amargas decepções Seu amor é como um grito Estive aqui em minha alma e em meu coração E eu sou, mas não quer Escravo de seus olhos, seu brinquedo de amor Não brinque com a minha dor, ou meus sentimentos Isso é tudo que tenho Tu és minha esperança, minha última esperança Entenda uma vez Você me desespera Me mata, me enlouquece E para dar vida a superar o medo Para beijar você Seu amor é como um grito Estive aqui em minha alma e em meu coração E eu sou, mas não quer Escravo de seus olhos, seu brinquedo de amor Não brinque com a minha dor, ou meus sentimentos Isso é tudo que tenho Tu és minha esperança, minha última esperança Entenda uma vez Você me despera Me mata, me enlouquece E para dar vida a superar o medo Para beijar você Você me faz desespero Mate-me, me deixa louco E para dar vida a superar o medo Para beijar você. + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 01 7.10 min. | 4.9333334 avaliação | 6721 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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Luiz Gonzaga Pinto da Gama (1830 - 1882) - Heróis de Todo Mundo 2.02 min. | 5.0 avaliação | 242 exibições Luiz Gonzaga Pinto da Gama nasceu em 21 de julho de 1830. Era filho de um português e de Luiza Mahin, negra acusada de se envolver com a Revolta dos Malês, na Bahia -- a primeira grande rebelião urbana de escravos da história do Brasil. Aos 10 anos, tornou-se cativo, vendido pelo próprio pai. Luiz Gama morou com a mãe em Salvador até os oito anos. Quando a líder rebelde teve que fugir para o Rio de Janeiro, buscando escapar da forte perseguição policial, Luiz foi entregue ao pai, um fidalgo português. Jogador compulsivo e afogado em dívidas, seu pai lhe vendeu a um traficante e Luiz Gama virou escravo doméstico em São Paulo. Aos 18 anos, sabendo ler e escrever, conseguiu provas irrefutáveis da ilegalidade de sua condição, pois era filho de uma mulher livre. Já liberto, em 1848 assentou praça na Força Pública da Província. Em 1854 teve baixa da Força Pública por insubordinação e em 1856 foi nomeado escrevente da Secretaria de Polícia. Foi nesse período, como escrevente, que Luiz teve acesso à biblioteca do delegado, então professor de Direito. Autodidata e dono de uma memória excepcional, Luiz Gama se tornaria um grande advogado (rábula). Foi um dos abolicionistas mais atuantes de São Paulo. Com seu trabalho nos tribunais, conseguiu a libertação de centenas de negros mantidos injustamente em cativeiro ou acusados de crimes contra os senhores. Especializou-se nessa área. Três anos depois, publicou seu único livro de poesias. Seu célebre poema A Bodarrada ironizava os que .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 02 7.02 min. | 4.5 avaliação | 4507 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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PARATY | Cultura em Verde e Azul 2.82 min. | 5.0 avaliação | 3267 exibições Música "Eu Brasileiro", de Luís Perequê Locução Mary Lacerda Premiado com a Arara de Ouro no TourFilm Brazil 2011 como melhor filme na Categoria Lusofonia. www.paratycultura.com.br Paraty é, nas palavras de Lucio Costa, a cidade onde os caminhos do mar e os caminhos da terra se encontram, ou melhor, se entrosam. Esta geografia foi motivo de sua importância e riqueza quando seu porto escoava os produtos que desciam a serra para atravessar o oceano rumo à metrópole: o ouro das minas gerais eo café do vale do Paraíba, bem como a melhor cachaça que se produzia nos seus cento e cinqüenta alambiques. Resultado desse comércio é o conjunto arquitetônico de beleza e importância histórica indiscutíveis. Quando o porto de Paraty não mais atendia ao comércio internacional, a cidade entrou num ciclo de declínio e abandono. Marina de Mello e Souza aponta em Paraty, a cidade e as festas, uma singular relação entre essas condições econômicas ea cultura local: A construção da ferrovia Dom Pedro II e depois a abolição da escravidão tiraram de vez Paraty da rede de relações econômicas da região, levando o município a mergulhar num longo período de estagnação, no qual continuou cultivando suas histórias, seus costumes, sua religião e suas festas. E assim, isolados durante longos anos, sua bela arquitetura e seus costumes, seus pescadores e artífices, suas matas e suas ilhas, virgens do turismo e da especulação, mantiveram-se preservados, para serem redescobertos com o advento da Rio-Santos .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 03 7.00 min. | 5.0 avaliação | 5518 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 04 7.30 min. | 5.0 avaliação | 3135 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 05 7.08 min. | 5.0 avaliação | 3841 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 06 7.55 min. | 5.0 avaliação | 4489 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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"O Natal do Menino Imperador" - Parte 07 5.85 min. | 5.0 avaliação | 3716 exibições "Especial exibido pela Rede Globo, fechando o ano do bicentenário da chegada da Família Real ao Brasil. A história, narrada por Fernanda Montenegro, traz Pedro II já idoso, vivido por Sérgio Brito, recordando a noite de Natal mais marcante de sua vida. Ele retorna à época de seus nove anos de idade, então interpretado por Guillermo Hundadze, quando, órfão de pai e mãe, já ostentava o pesado título de Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil. Nas lembranças do passado, figuram seu melhor amigo, o escravo Dito (João Ramos), seu pai D.Pedro I (Reynaldo Gianecchini), dona Mariana (Aracy Balabanian), o Marquês de Itanhaém (Guilherme Weber), a Princesa Isabel (Carolyna Aguiar), Zampano (Luiz Carlos Vasconcelos), Conde D'Eu (Marcelo Várzea) e Antônio (Rafael Miguel). Com participação especial do cantor Lenine, a produção tem texto de Péricles Barros, direção de núcleo de Denise Saraceni, direção geral de Luís Henrique Rios e direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman." Fonte do texto: lineupdth.blogspot.com Obs.: O enredo, embora seja de ficção, é condizente com as características da personalidade de Dom Pedro II, voltado para o espírito de liberdade, justiça e igualdade humana. Existiu, inclusive, na história real, uma personalidade que pode estar associada ao escrevo Dito; trata-se do Rafael, escravo particular de Dom Pedro, que, poucos anos mais tarde, depois que Dom Pedro foi declarado maior, passando a poder tomar decisões, foi libertado pelo Imperador .... + Informações |
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Lutas.doc - Episódio 2 - Recursos Humanos 28.02 min. | 5.0 avaliação | 1221 exibições Recursos Humanos - Um paralelo entre as vítimas das guerras brasileiras eo uso da mão de obra Muitos historiadores notáveis, economistas e, até dois ex-presidentes, falam sobre a escravidão que teve efeitos sobre a história do Brasil. O ex-presidente Lula discute como a elite do Nordeste queria libertar os escravos em 1817, na Revolução Pernambucana. Mas, muitos setores das classes superiores opuseram porque temiam que os escravos se revoltassem. "Nunca houve uma preparação intelectual dos escravos no Brasil, como aconteceu nos Estados Unidos com a Guerra Civil", observa o historiador Eduardo Gianetti. "Levamos mais de um século para integrar escravos na força de trabalho, mas não devemos ser orgulhosos, devemos ter vergonha." Na tela da TV Brasil, uma reflexão que traça o paralelo entre as vítimas das guerras brasileiras eo uso da mão de obra. Os entrevistados questionam também quem é a elite brasileira e como se dá, e ainda se existe democracia racial no país.Alguns destacam os fenômenos que produziram a escravidão como um "negócio" e seus reflexos na atualidade. Analisam e refletem sobre como mecanismos sofisticados que mantêm dezenas de milhões de trabalhadores como reserva de mão de obra barata ao longo dos séculos. Para chegar ao significado de "trabalho", os depoimentos costuram hipóteses para compreender como funciona o aparelho ideológico que legitima a vida de trabalhadores que ontem estavam em navios negreiros e aldeamentos jesuítas, mas hoje aceitam trafegar .... + Informações |
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Xica da Silva- Violante flagra Luis Felipe e dona Micaela 4.23 min. | 4.8333335 avaliação | 37186 exibições Xica da Silva, novela, 1997. + Informações |
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A Pequena Sereia - O Musical (Extended Promo) 3.60 min. | 5.0 avaliação | 4042 exibições Em A Pequena Sereia -- O Musical, Ariel é uma jovem sereia de 16 anos, filha do Rei Tritão, o rei dos mares. A sereia tem como seus dois melhores amigos o peixe Linguado eo siri Sebastião. Ela é encantada com a vida fora das águas e os humanos. Desobedecendo ao pai, ela vai sozinha até a superfície e se apaixona pelo príncipe Eric. Determinada a se tornar humana e encontrar seu amado, Ariel faz um acordo com Úrsula, a terrível bruxa do mar, que a transforma em humana. Ariel terá que conquistar o amor do príncipe com um beijo de amor verdadeiro em três dias sem o recurso da voz, se não quiser sofrer uma terrível maldição pela bruxa ficando sua escrava e sereia para sempre, pois Úrsula tem planos terríveis para Ariel e seu pai. Ficha Técnica Texto e direção -- Alexandre Biondi Elenco -- Alexandre Zanchetta / Carol Capacle / Débora Nunes / Edgar Cardoso / Rafael Rilo Coreografias -- Alexandre Zanchetta e Khamilahh Jezezoglo Preparação Corporal -- Guilherme Chelucci Trilha Sonora -- Roberto Straube Letras das Músicas -- Alexandre Biondi e Rafael Rilo Design de Perucas -- Cydha Araújo Iluminação -- Luiz Felipe Petuxo Produção Executiva -- Rodrigo Juan Design e Visagismo -- Edgar Cardoso Assistente de Palco -- Eliana Ravanhani Fotos -- Daniel Chvaicer Vídeos -- SF13 Produções Design Gráfico -- ABB Comunicação Realização -- cia. Marquesa de teatro. + Informações |
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Roda de Oxóssi (Òsóòsi) Parte (1) 10.98 min. | 4.5208335 avaliação | 103234 exibições Oxóssi (Òsóòsi) é o deus caçador, senhor da floresta e de todos os seres que nela habitam, orixá da fartura e da riqueza. Atualmente, o culto a Oxossi está praticamente esquecido na África, mas é bastante difundido no Brasil, em cuba e em outras partes da América onde a cultura ioubá prevaleceu. Isso se deve ao fato de a cidade de Kêtu, da qual era rei, ter sido destruída quase por completo em meados do século XVIII, e seus habitantes, muitos consagrados a Oxossi, terem sido vendidos como escravos no Brasil e nas Antilhas. Esse fato possibilitou o renascimento de Kêtu, não como estado, mas como importante nação religiosa do Candomblé brasileiro. + Informações |
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Revolução praieira-parte 1.Prof. Luiz. Ofícina do Saber UFF 9.42 min. | 5.0 avaliação | 4544 exibições A última das rebeliões provínciais ocorreu em Pernambuco, em 1848, retomando a instabilidade, aparentemente superada com a derrota dos "balaios" no Maranhão, dos levantes liberais de 1842 e com a contenção da Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul. A Praieira foi o desfecho de um longo ciclo revolucionário pernambucano, ficando a região enquadrada, a partir de então, à ordem política imperial. O nome do movimento devia-se ao fato de o jornal divulgador dos ideais dos revoltosos, o Diário Novo, ter sua sede na rua da Praia. Nesse jornal, em 1848, os rebeldes publicaram o "Manifesto ao mundo", escrito por Borges da Fonseca, no qual apresentavam suas principais reivindicações: voto livre e universal, liberdade de imprensa, garantia de trabalho, nacionalização do comércio (que estava em mão de portugueses), abolição do trabalho escravo e instauração da República. Contavam com o apoio de alguns senhores de engenho ligados ao Partido Liberal, e entre seus principais líderes encontrava-se o capitão Pedro Ivo eo intelectual e socialista utópico general Abreu e Lima, que pregava a divisão de fortunas. Inserida no contexto da primavera dos povos, conjunto de revoluções populares que varreram a Europa no ano de 1848 e atingiram várias localidades na América, a Praieira teve suas origens nas difíceis condições econômicas e sociais da província de Pernambuco e na enorme concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. A rebelião, no entanto, foi derrotada em 1850 pelas .... + Informações |
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Danças Brasileiras - 1ª Parte 4.15 min. | 0 avaliação | 549 exibições No conjunto complexo e heterogêneo das manifestações culturais populares maranhenses, o Tambor de Crioula destaca-se como uma das modalidades mais difundidas e ativas no cotidiano. De modo geral, podemos defini-la como uma forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve dança circular, canto e percussão de tambores. Dela participam as coreiras, tocadores e cantadores, conduzidos pelo ritmo incessante dos tambores eo influxo das toadas evocadas, culminando na punga (ou umbigada) movimento coreográfico no qual as dançarinas, num gesto entendido como saudação e convite, tocam o ventre umas das outras. Seja ao ar livre, nas praças, no interior de terreiros, ou então associado a outros eventos e manifestações, o Tambor de Crioula é realizado sem local específico ou calendário pré-fixado e praticado especialmente em louvor a São Benedito. Embora não se possa precisar com segurança suas origens históricas, é possível encontrar, dispersas em documentos impressos e na memória dos mais velhos, referências a cultos lúdico-religiosos realizados ao longo do século XIX por escravos e seus descendentes enquanto forma de lazer e resistência ao contexto opressivo do regime de trabalho escravocrata.. + Informações |
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Chrystian e Ralf - Luz da Minha Vida 4.02 min. | 4.957895 avaliação | 166739 exibições Luz da minha vida, Mulher adorada, Dona dos meus beijos, Volte aos braços, Suplico e chorando Em nome do amor Serei seu marido amante ou escravo o que você quiser O que eu não posso é continuar, Nesse mundo de dor, Sem você comigo, A vida é castigo tudo é solidão, A noite em meu leito Paixão e despeito, impedem dormir, Por isso eu peço, Seu breve regresso, Tenha compaixão, Ou serei o homem, Mais triste da terra, Sem você aqui, Minha pobre vida, Ja não tem sentido, Sou barco perdido, Num mar de tristeza, Sem o beijo seu, Traga-me o seu corpo, Para os meu abraços, Mate o meu cansaço, Ilumine meus passos, Pelo amor de Deus.. + Informações |
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Luís Lima Barreto - "Retrato de uma princesa desconhecida" 1.08 min. | 5.0 avaliação | 378 exibições Do livro/CD "Ao Longe os Barcos de Flores: Poesia Portuguesa do Século XX" (2004). Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen. Na imagem: "Princesa Santa Joana", pintura atribuída a Nuno Gonçalves. RETRATO DE UMA PRINCESA DESCONHECIDA Para que ela tivesse um pescoço tão fino Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos Para que a sua espinha fosse tão direita E ela usasse a cabeça tão erguida Com uma tão simples claridade sobre a testa Foram necessárias sucessivas gerações de escravos De corpo dobrado e grossas mãos pacientes Servindo sucessivas gerações de príncipes Ainda um pouco toscos e grosseiros Ávidos cruéis e fraudulentos Foi um imenso desperdiçar de gente Para que ela fosse aquela perfeição Solitária exilada sem destino (in "Dual", 1972). + Informações |
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A Pequena Sereia - O Musical (Extended Promo 3) 2.22 min. | 5.0 avaliação | 2657 exibições Em A Pequena Sereia -- O Musical, Ariel é uma jovem sereia de 16 anos, filha do Rei Tritão, o rei dos mares. A sereia tem como seus dois melhores amigos o peixe Linguado eo siri Sebastião. Ela é encantada com a vida fora das águas e os humanos. Desobedecendo ao pai, ela vai sozinha até a superfície e se apaixona pelo príncipe Eric. Determinada a se tornar humana e encontrar seu amado, Ariel faz um acordo com Úrsula, a terrível bruxa do mar, que a transforma em humana. Ariel terá que conquistar o amor do príncipe com um beijo de amor verdadeiro em três dias sem o recurso da voz, se não quiser sofrer uma terrível maldição pela bruxa ficando sua escrava e sereia para sempre, pois Úrsula tem planos terríveis para Ariel e seu pai. Ficha Técnica Texto e direção -- Alexandre Biondi Elenco -- Alexandre Zanchetta / Carol Capacle / Débora Nunes / Edgar Cardoso / Rafael Rilo Coreografias -- Alexandre Zanchetta e Khamilahh Jezezoglo Preparação Corporal -- Guilherme Chelucci Trilha Sonora -- Roberto Straube Letras das Músicas -- Alexandre Biondi e Rafael Rilo Design de Perucas -- Cydha Araújo Iluminação -- Luiz Felipe Petuxo Produção Executiva -- Rodrigo Juan Design e Visagismo -- Edgar Cardoso Assistente de Palco -- Eliana Ravanhani Fotos -- Daniel Chvaicer Vídeos -- SF13 Produções Design Gráfico -- ABB Comunicação Realização -- cia. Marquesa de teatro. + Informações |
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A Pequena Sereia - O Musical (Extended Promo 2) 2.08 min. | 5.0 avaliação | 1287 exibições Em A Pequena Sereia -- O Musical, Ariel é uma jovem sereia de 16 anos, filha do Rei Tritão, o rei dos mares. A sereia tem como seus dois melhores amigos o peixe Linguado eo siri Sebastião. Ela é encantada com a vida fora das águas e os humanos. Desobedecendo ao pai, ela vai sozinha até a superfície e se apaixona pelo príncipe Eric. Determinada a se tornar humana e encontrar seu amado, Ariel faz um acordo com Úrsula, a terrível bruxa do mar, que a transforma em humana. Ariel terá que conquistar o amor do príncipe com um beijo de amor verdadeiro em três dias sem o recurso da voz, se não quiser sofrer uma terrível maldição pela bruxa ficando sua escrava e sereia para sempre, pois Úrsula tem planos terríveis para Ariel e seu pai. Ficha Técnica Texto e direção -- Alexandre Biondi Elenco -- Alexandre Zanchetta / Carol Capacle / Débora Nunes / Edgar Cardoso / Rafael Rilo Coreografias -- Alexandre Zanchetta e Khamilahh Jezezoglo Preparação Corporal -- Guilherme Chelucci Trilha Sonora -- Roberto Straube Letras das Músicas -- Alexandre Biondi e Rafael Rilo Design de Perucas -- Cydha Araújo Iluminação -- Luiz Felipe Petuxo Produção Executiva -- Rodrigo Juan Design e Visagismo -- Edgar Cardoso Assistente de Palco -- Eliana Ravanhani Fotos -- Daniel Chvaicer Vídeos -- SF13 Produções Design Gráfico -- ABB Comunicação Realização -- cia. Marquesa de teatro. + Informações |
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João Bosco e Vinícius - Luz da minha vida (www.sertanejoacustico.com.br) 2.18 min. | 5.0 avaliação | 17984 exibições www.sertanejoacustico.com.br Luz Da Minha Vida Luz da minha vida, mulher adorada dona dos meus beijos Volte aos meus braços, suplico chorando em nome do amor Serei seu marido, amante ou escravo, o que você quiser O que eu não posso é continuar neste mundo de dor Sem você comigo a vida é castigo tudo é solidão A noite em meu leito, paixão e despeito me impedem dormir Por isso eu peço seu breve regresso tenhas compaixão Ou serei o homem mais triste da terra sem você aqui Minha pobre vida, já não tem sentido Sou barco perdido num mar de tristeza sem os beijos seus Traga-me seu corpo, Dai-me teus abraços Mate meu cansaço, ilume meus passos pelo amor de Deus. + Informações |
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Revolução praieira-parte 2.Prof. Luiz. Ofícina do Saber UFF 10.00 min. | 5.0 avaliação | 1024 exibições A última das rebeliões provínciais ocorreu em Pernambuco, em 1848, retomando a instabilidade, aparentemente superada com a derrota dos "balaios" no Maranhão, dos levantes liberais de 1842 e com a contenção da Revolução Farroupilha no Rio Grande do Sul. A Praieira foi o desfecho de um longo ciclo revolucionário pernambucano, ficando a região enquadrada, a partir de então, à ordem política imperial. O nome do movimento devia-se ao fato de o jornal divulgador dos ideais dos revoltosos, o Diário Novo, ter sua sede na rua da Praia. Nesse jornal, em 1848, os rebeldes publicaram o "Manifesto ao mundo", escrito por Borges da Fonseca, no qual apresentavam suas principais reivindicações: voto livre e universal, liberdade de imprensa, garantia de trabalho, nacionalização do comércio (que estava em mão de portugueses), abolição do trabalho escravo e instauração da República. Contavam com o apoio de alguns senhores de engenho ligados ao Partido Liberal, e entre seus principais líderes encontrava-se o capitão Pedro Ivo eo intelectual e socialista utópico general Abreu e Lima, que pregava a divisão de fortunas. Inserida no contexto da primavera dos povos, conjunto de revoluções populares que varreram a Europa no ano de 1848 e atingiram várias localidades na América, a Praieira teve suas origens nas difíceis condições econômicas e sociais da província de Pernambuco e na enorme concentração fundiária nas mãos de poucos proprietários. A rebelião, no entanto, foi derrotada em 1850 pelas .... + Informações |
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Gibran Khalil Gibran (Letícia Sabatella/Marcus Viana) 3.87 min. | 5.0 avaliação | 24890 exibições Na Floresta Na floresta não existe nem rebanho, nem pastor Quando o inverno caminha, segue seu distinto curso como faz a primavera Os homens nasceram escravos daquele que repudia a submissão Se ele um dia se levanta, lhes indica o caminho, com ele caminharão Dá-me a flauta e canta! O canto é o pasto das mentes E o lamento da flauta perdura mais que rebanho e pastor Na floresta não existe ignorante ou sábio Quando os ramos se agitam, a ninguém reverenciam O saber humano é ilusório como a cerração dos campos que se esvai quando o sol se levanta no horizonte Dá-me a flauta e canta! O canto é o melhor saber, eo lamento da flauta sobrevive ao cintilar das estrelas Na floresta só existe lembrança dos amorosos Os que dominaram o mundo e oprimiram e conquistaram, seus nomes são como letras dos nomes dos criminosos Conquistador entre nós é aquele que sabe amar Dá-me a flauta e canta! E esquece a injustiça do opressor Pois o lírio é uma taça para o orvalho e não para o sangue Na floresta não há crítico nem sensor Se as gazelas se perturbam quando avistam companheiro, a águia não diz: 'Que estranho' Sábio entre nós é aquele que julga estranho apenas o que é estranhoAh, dá-me a flauta e canta! O canto é a melhor loucura eo lamento da flauta sobrevive aos ponderados e aos racionais Na floresta não existem homens livres ou escravos Todas as glórias são vãs como borbulhas na água Quando a amendoeira lança suas flores sobre o espinheiro, não diz: 'Ele é desprezível e eu sou um grande .... + Informações |
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Reflexão Espírita: Escravos da Consciência 3.33 min. | 0 avaliação | 21 exibições Quão firmemente o universo aprovará os procedimentos de Deus em destruir os pecadores pra sempre. Quando tudo o que Ele fez e sofreu por eles será plenamente revisto no julgamento solene diante o universo reunido - sua providencial bondade - a doação de Seu Filho - as influências de Seu Espírito. Todo Seu longo sofrimento será assunto de consideração distinta. Que espírito da mais profunda e perfeita concordãncia será sentido por todos os santos, quando o Juiz pronunciar a frase: "APARTAI-VOS DE MIM, MALDITOS, PARA O FOGO ETERNO, PREPARADO PARA O DIABO E SEUS ANJOS." Quão vã é a religião sem o Amor real. Aqueles que têm uma religião assim, são continuamente escravizados pela consciência ao cumprimento do dever. A Consciência se ergue como um capataz, com um açoite na mão, aponta para o dever, e diz que não deve ser omitido. O coração recua diante da ação , mas ainda assim decide que deverá ser feito ou sofrerá um mal pior. A alma hesitante arrasta-se pela determinação, para cumprir a exigência do ofício, e enquanto não houver a aquiescência em seu espírito, portanto, a obediência alegre do coração, é substituída por uma miserável escravidão. Agora, na religião com o amor real, a benevolência, naturalmente, enche a mente com paz e alegria. A Mente foi feita para ser benevolente, e sempre é assim, se está em harmonia consigo mesmo, com Deus eo Universo. A mente deseja fazer a vontade de Deus e, portanto, age naturalmente e alegremente conforme a vontade Divina. Esta é a sua .... + Informações |
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La vie en rose - Louis Armstrong - Ele toca sua corneta e canta esta linda cançao 3.43 min. | 5.0 avaliação | 2274 exibições MILHARES DE BRANCOS E NEGROS... ÉPOCA DO RACISMO RÍGIDO NOS ESTADOS UNIDOS... AMBAS AS RAÇAS NÃO ENTENDIAM COMO BRANCOS E UM NISSEI MESTIÇO JAPONES PODIAM TOCAR PARA LOUIS, E OS NEGROS NÃO ENTENDIAM PORQUE NOS SHOWS DE LOUIS HAVIAM MUITOS BRANCOS SEMPRE PRESENTE PRESTIGIANDO O GÊNIO LOUIS ARMSTRONG. ERAM TODOS MAÇONS, A MAÇÔNARIA NOS FEZ IRMÃOS, SOMENTE 57 ANOS DEPOIS FOI DIVULGADO O MOTIVO DESSE CARINHO HUMANO ENTRE ELES E TODOS OS MAÇONS. "SE TE PERGUNTARES QUANTOS SOIS VÓS???" A RESPOSTA É MUITO SIMPLES: "SOMOS UM SÓ"... SOU KIKO.'. MESTRE MAÇOM - HOJE HUMILDEMENTE, MESMO EU SENDO UM ETERNO APRENDIZ DOS AUGUSTOS MISTÉRIOS, SOU UM PROFESSÔR EM TERMOS DE MAÇÔNARIA... POIS, SE NÃO FOSSE OS BONS MESTRES MAÇONS, OS NOVOS NADA APRENDERIAM. FORAM MUITOS ANOS PRA CHEGAR ONDE CHEGUEI. LUTEI MUITO... COMO DIZ O VELHO DITADO: "NÃO EXISTE VITÓRIAS SEM LUTAS"... .*. EUACREDITO NO SENHOR DEUS .*. Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. Sonhe como se fosse viver para sempre e Viva como se fosse morrer amanhã e Lembre-se que há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada. Neste mundo devemos lembrar que ninguém e tão pobre que não possa ajudar alguém e ninguém e tão rico que não precise de alguém. Jamais devemos nos comparar aos outros e praticar a inveja. Procure sempre substituir a inveja pela admiração. Assim estaremos exercitando a gratidão, a compaixão ea neutralização de sentimentos ruins. Sejamos senhores de nossa lingua, para não sermos escravos de .... + Informações |








































