YOUTUBE > Encontrados 406 videos de "joao-villaret"
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João Villaret - Procissão 2.80 min. | 4.974684 avaliação | 43684 exibições João Villaret canta Procissão, de António Lopes Ribeiro. + Informações |
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Cântico Negro de José Régio (interpretado por João Villaret) 2.60 min. | 4.974414 avaliação | 92979 exibições Video usado no blog Torpedo @ London (engenheirotorpedo.blogspot.com. + Informações |
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Fado falado - joão villaret 4.67 min. | 4.992593 avaliação | 35167 exibições Gravado no vinil Fado Triste Fado negro das vielas Onde a noite quando passa Leva mais tempo a passar Ouve-se a voz Voz inspirada de uma raça Que mundo em fora nos levou Pelo azul do mar Se o fado se canta e chora Também se pode falar Mãos doloridas na guitarra que desgarra dor bizarra Mãos insofridas, mãos plangentes Mãos frementes e impacientes Mãos desoladas e sombrias Desgraçadas, doentias Quando à traição, ciume e morte E um coração a bater forte Uma história bem singela Bairro antigo, uma viela Um marinheiro gingão E a Emília cigarreira Que ainda tinha mais virtude Que a própria Rosa Maria Em dia de procissão Da Senhora da Saúde Os beijos que ele lhe dava Trazia-os ele de longe Trazia-os ele do mar Eram bravios e salgados E ao regressar à tardinha O mulherio tagarela De todo o bairro de Alfama Cochichava em segredinho Que os sapatos dele e dela Dormiam muito juntinhos Debaixo da mesma cama Pela janela da Emília Entrava a lua E a guitarra À esquina de uma rua gemia, Dolente a soluçar. E lá em casa: Mãos amorosas na guitarra Que desgarra dor bizarra Mãos frementes de desejo Impacientes como um beijo Mãos de fado, de pecado A guitarra a afagar Como um corpo de mulher Para o despir e para o beijar Mas um dia, Mas um dia santo Deus, ele não veio Ela espera olhando a lua, meu Deus Que sofrer aquele O luar bate nas casas O luar bate na rua Mas não marca a sombra dele Procurou como doida E ao voltar da esquina Viu ele acompanhado Com outra ao lado, de braço dado Gingão .... + Informações |
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João Vilaret A Procissão 2.83 min. | 5.0 avaliação | 6791 exibições |
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João Villaret - Recado a Lisboa 2.37 min. | 4.9710145 avaliação | 27246 exibições Recado a Lisboa Letra: João Villaret Música: Armando da Câmara Rodrigues João Henrique Villaret nasceu em Lisboa, em 1913. Foi um apaixonado pelo teatro destacando-se mais tarde como "declamador", criando um estilo inimitável de recitação poética. (...) "Declamador? Não, não era isto. O intérprete de Camões não é um declamador, no estilo em que são os profissionais e amadores de dizer versos. O que há de surpreendente na arte de João Villaret é que ele não repete a "coisa sabida", ensaiada para o efeito da platéia, já em expectativa e já sabedora do que vai acontecer, já previdente das inflexões, dos efeitos da poesia. Villaret não é um declamador, um artista que "sabe dizer o que outros criaram". Ele se encarna no autor, e aquilo que assistimos é um ato de gestação, como se nos colocasse em presença o Poeta no momento da Poesia, e improvisasse a genialidade com que a Obra nasceu. João Villaret é um ser ecumênico." (...). (Guilherme Figueiredo) Fotos*: Pedro Antunes imagenslisboa.blogspot.com *Exceto a primeira ea foto dos barcos. ******* Lisboa minha mãezinha Com o teu xaile traçado Recebe esta carta minha Que te leva o meu recado Que Deus te ajude, Lisboa A cumprir esta mensagem Dum português que está longe E que anda sempre em viagem Vai dizer adeus à Graça Que é tão bela, que é tão boa Vai por mim beijar a Estrela E abraçar a Madragoa E mesmo que esteja frio Que os barcos fiquem no rio Parados sem navegar Passa por mim no Rossio E leva-lhe o meu olhar Se for noite de .... + Informações |
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Fernando Pessoa por Joao villaret - O menino de sua Mae 1.82 min. | 5.0 avaliação | 13043 exibições No plaino abandonado Que a morna brisa aquece, De balas trespassado- Duas, de lado a lado-, Jaz morto, e arrefece. Raia-lhe a farda o sangue. De braços estendidos, Alvo, louro, exangue, Fita com olhar langue E cego os céus perdidos. Tão jovem! Que jovem era! (agora que idade tem?) Filho unico, a mãe lhe dera Um nome eo mantivera: «O menino de sua mãe.» Caiu-lhe da algibeira A cigarreira breve. Dera-lhe a mãe. Está inteira E boa a cigarreira. Ele é que já não serve. De outra algibeira, alada Ponta a roçar o solo, A brancura embainhada De um lenço... deu-lho a criada Velha que o trouxe ao colo. Lá longe, em casa, há a prece: "Que volte cedo, e bem!" (Malhas que o Império tece!) Jaz morto e apodrece O menino da sua mãe Fernando Pessoa. + Informações |
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Álvaro de Campos por João Villaret - Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa 3.75 min. | 5.0 avaliação | 2146 exibições João Villaret recita o poema "Cruzou por mim, veio ter comigo, numa rua da Baixa" de Álvaro de Campos um heterónimo de Fernando Pessoa. + Informações |
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JOÃO VILLARET - «FADO FALADO» 4.25 min. | 4.9310346 avaliação | 10091 exibições Um dos muitos poemas interpretados pelo saudoso declamador português João Villaret.. + Informações |
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"Se", de Rudyard Kipling (voz: João Villaret) 3.40 min. | 5.0 avaliação | 7226 exibições |
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Cantico Negro - poesia de José Régio declamada por João Vilaret 2.38 min. | 4.7818184 avaliação | 18253 exibições Homenagem a João Vilaret a declamar José Régio tendo por fundo musical Tom Jobim. + Informações |
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João Villaret Amar ou Odiar 0.70 min. | 5.0 avaliação | 6566 exibições |
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João Villaret - Adivinha 0.98 min. | 5.0 avaliação | 13425 exibições João Villaret declama Adivinha, do poeta brasileiro Martins D'Alvarez.. + Informações |
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João Villaret - Balõezinhos 2.27 min. | 5.0 avaliação | 4372 exibições João Villaret declamando "Balõezinhos". De Frederico Valério e Villaret. Dois miúdos, ele e ela... Durante dois ou três verões Aquilo era da tabela: À tardinha, dois balões... Mas que coisa mais jeitosa Vê-los na rua depois Com dois balões cor de rosa Às marradinhas os dois. Balãozinho! Balãozinho! Não há graça Como a tua... Balãozinho! Balãozinho! Redondinho Como a lua... Lá casaram certo dia. Estive meses sem os ver... O parzinho não saía Por ter muito que fazer... Tempos depois, quando os vi, Acenei-lhes com carinho: Ela cora... Ele sorri Já se vê um balãozinho.... + Informações |
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Cântico Negro - Régio - João Villaret 2.27 min. | 5.0 avaliação | 6225 exibições |
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Spot João Villaret 0.38 min. | 5.0 avaliação | 1209 exibições |
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João Villaret - "Meditação do Duque de Gandia sobre a morte de Isabel de Portugal" 1.63 min. | 0 avaliação | 342 exibições Do álbum "Ontem e Hoje" (1989). Poema de Sophia de Mello Breyner Andresen. Na imagem: "Imperatriz Isabel de Portugal", pintura de Ticiano. MEDITAÇÃO DO DUQUE DE GANDIA SOBRE A MORTE DE ISABEL DE PORTUGAL Nunca mais A tua face será pura limpa e viva Nem o teu andar como onda fugitiva Se poderá nos passos do tempo tecer. E nunca mais darei ao tempo a minha vida. Nunca mais servirei senhor que possa morrer. A luz da tarde mostra-me os destroços Do teu ser. Em breve a podridão Beberá os teus olhos e os teus ossos Tomando a tua mão na sua mão. Nunca mais amarei quem não possa viver Sempre, Porque eu amei como se fossem eternos A glória, a luz eo brilho do teu ser, Amei-te em verdade e transparência E nem sequer me resta a tua ausência, És um rosto de nojo e negação E eu fecho os olhos para não te ver. Nunca mais servirei senhor que possa morrer. (in "Mar Novo", 1958). + Informações |
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João Villaret - Sinfonia do Ribatejo 3.53 min. | 5.0 avaliação | 2114 exibições João Villaret canta Sinfonia do Ribatejo, de Fernando Santos e João Nobre. + Informações |
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João Villaret canta "Procissão" 3º video de Bom Norte 2.77 min. | 5.0 avaliação | 188 exibições João Villaret canta "Procissão" de António Lopes Ribeiro. + Informações |
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João Villaret - A Procissão - por Nuno Miguel Henriques 2.98 min. | 0 avaliação | 18966 exibições João Villaret - A Procissão - por Nuno Miguel Henriques. + Informações |
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MARIA ROSSI - FADO FALADO DE JOÃO VILLARET. 4.37 min. | 5.0 avaliação | 491 exibições JOÃO VILLARET - FADO FALADO.. + Informações |
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Eclodir na EB 2, 3 João Villaret 3.17 min. | 5.0 avaliação | 2846 exibições Através do projecto Construindo Novas Cidadanias foi levado aos alunos da EB2,3 João Villaret a conhecer o grupo de percussão portuguesa Eclodir Azul.. + Informações |
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Fernando Pessoa por João Villaret - O poeta é um fingidor 0.75 min. | 5.0 avaliação | 1471 exibições João Villaret recita "O poeta é um fingidor" de Fernando Pessoa. + Informações |
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João Villaret recita "O Mostrengo" de Fernando Pessoa 1.20 min. | 5.0 avaliação | 1642 exibições |
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Fado Falado 4.42 min. | 5.0 avaliação | 6723 exibições Fado. + Informações |
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João Villaret - Fado Falado - dito por Nuno Miguel Henriques 4.15 min. | 0 avaliação | 5115 exibições João Villaret - Fado Falado - dito por Nuno Miguel Henriques. + Informações |








































