YOUTUBE > Encontrados 36 videos de "dalton-vogeler"
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Arizinho 7 cordas - Bachorando - "Dalton Vogeler" 1.62 min. | 5.0 avaliação | 582 exibições Arizinho 7 cordas - violão 7 cordas. + Informações |
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Meu Filme-369=Bene Sax.de.RP=Balada Triste.=de Dalton Vogeler,e Esdras Silva. 1.90 min. | 0 avaliação | 15 exibições Email,benedito.ignacio@bol.com.br. + Informações |
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Meu Filme-523=Bene Sax.de.R.=Balada Triste.=de Dalton Vogeler. 1.75 min. | 5.0 avaliação | 12 exibições Email,benedito.ignacio@bol.com.br. + Informações |
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Marcos Castro - Fantasia Balada Triste, p Piano e Orq de Cordas.wmv 4.40 min. | 3.0 avaliação | 588 exibições Fantasia Balada Trista, p Piano e Orq.de Cordas. Autor: Marcos Castro, sobre o tema de "Balada Triste", música de autoria de Dalton Vogeler e Esdras Silva. Dedicada ao Compositor Dalton Vogeler. Composição e gravação de abr.de 2001.. + Informações |
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PEDRO AZNAR - BALADA TRISTE 3.28 min. | 4.9565215 avaliação | 40860 exibições DALTON VOGELER Y ESDRAS SILVA ENTREGARON A PEDRO LICENCIA PARA INTERPRETAR ESTE HERMOSO TEMA, QUE PEDRO LLEVÓ A NUESTRO ESPAÑOL. TEMA INCLUIDO EN LA PRODUCCION DEL 2005 CANTA BRASIL. + Informações |
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Respeita Januário - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 4.67 min. | 0 avaliação | 170 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Balada Triste 3.00 min. | 0 avaliação | 380 exibições composição de Dalton Vogeler e Esdras Silva retrata a tristeza de uma perda amorosa.. + Informações |
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EMILINHA BORBA & LUIZ GONZAGA - VIÚVA QUERENDO SE CASAR 2.55 min. | 5.0 avaliação | 314 exibições EMILINHA BORBA & LUIZ GONZAGA VIÚVA QUERENDO SE CASAR MÚSICA : O RESTO A GENTE AJEITA (ARRASTA-PÉ 1981) autores: LUIZ GONZAGA E DALTON VOGELER. + Informações |
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A triste partida - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 6.70 min. | 0 avaliação | 84 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Balada Triste (Agostinho dos Santos ) 3.62 min. | 0 avaliação | 197 exibições de Dalton Vogeler - Esdras Silva - com Esvandir. + Informações |
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LUIZ GONZAGA - O homem da terra 2.47 min. | 0 avaliação | 59 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Fafá de Belém - O Andarilho 2.42 min. | 5.0 avaliação | 515 exibições Música destaque do álbum " Água " de 1977. ( De: Dalton Vogeler / Orlando Silveira ) Cantora que ainda grava canções inesquecíveis.. + Informações |
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Cananã - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 3.45 min. | 0 avaliação | 27 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Cego Aderaldo - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 2.65 min. | 0 avaliação | 32 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Acordo às quatro - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 2.28 min. | 0 avaliação | 17 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |
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Orelia - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 3.08 min. | 0 avaliação | 42 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |
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Adeus a Januário - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 2.55 min. | 0 avaliação | 53 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |
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Lá vai Pitomba - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 2.90 min. | 0 avaliação | 19 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Rio Brígida - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 1.78 min. | 0 avaliação | 27 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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O Mote (Maquinista e sacristão) - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 2.68 min. | 0 avaliação | 13 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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A vida de viajante - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 3.65 min. | 0 avaliação | 65 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |
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Súplica Cearense - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 2.13 min. | 5.0 avaliação | 39 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |
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Mamulengo - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 3.10 min. | 0 avaliação | 28 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Estrada de Canindé - LUIZ GONZAGA - O homem da terra 2.90 min. | 0 avaliação | 5 exibições A carreira de Luiz Gonzaga teve altos e baixos, momentos em que ele fez muito sucesso, e outros bem difíceis. Teve,também, grandes parceiros, como Humberto Teixeira e Zé Dantas. Luiz também foi padrinho de grandes nomes da música nordestina, como Dominguinhos e Marinês. Luiz Gonzaga faleceu no dia 02 de agosto de 1989, vítima de osteoporose, no Hospital Santa Joana, na capital pernambucana. Foi sepultado em seu município natal. Alguns meses antes, na última apresentação que ele fez na vida, no dia 06 de junho de 1989 no Teatro Guararapes do Centro de Convenções de Recife, Luiz Gonzaga disse: "Quero ser lembrado como o sanfoneiro que amou e cantou muito seu povo, o sertão; que cantou as aves, os animais, os padres, os cangaceiros, os retirantes, os valentes, os covardes, o amor. Este sanfoneiro viveu feliz por ver o seu nome reconhecido por outros poetas, como Gonzaguinha, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Alceu Valença. Quero ser lembrado como o sanfoneiro que cantou muito o seu povo, que foi honesto, que criou filhos, que amou a vida, deixando um exemplo de trabalho, de paz e amor. Gostaria que lembrassem que sou filho de Januário e dona Santana. (...) Muito obrigado." Hoje, temos absoluta certeza de que ele nunca será esquecido. Luiz Gonzaga é, a cada dia, mais admirado e reverenciado. Ele é um dos pilares da música popular brasileira, uma de suas maiores expressões. Quanto mais o tempo passa, mais percebemos a genialidade de um homem cuja obra nunca deixará de ser atual .... + Informações |
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Romance matuto - LUIZ GONZAGA - Eu e meu Pai 2.68 min. | 5.0 avaliação | 34 exibições Luiz Gonzaga saiu das entranhas do sertão, ganhou o Brasil, o mundo, inventou o baião, e foi coroado seu rei. Mas nunca se esqueceu do pai, Januário José dos Santos, que nunca saiu da Fazenda Caiçara, local onde começou a história do rei do baião. Foi, então, pela influência direta de Januário que Luiz Gonzaga se interessou pela música e pela sanfona. E foi o velho Januário, também, que lhe deu os primeiros ensinamentos. Januário era trabalhador rural, mas animava bailes tocando seu famoso fole de oito baixos. Além disso, ele era também consertador de sanfona de oito baixos. Um dia, quando era ainda muito jovem, procurando um lugar melhor para viver, foi parar na fazenda Caiçara, na Serra do Araripe. A fazenda pertencia aos descendentes do Barão de Exu, título dado a Gualter Martinico Alencar Arararipe, antepassado do escritor José de Alencar e do político Miguel Arraes de Alencar. O jovem Januário trabalhava para João Moreira de Alencar e Dona Nenê de Alencar. Na Fazenda Caiçara, Januário conheceu Ana Batista de Jesus, conhecida por Santana, com quem se casou. Januário era admirado na região do Araripe por ser exímio sanfoneiro. Homem de poucas palavras, dedicou a vida à família. Teve nove filhos, todos nascidos e criados na Fazenda Caiçara. Ele nunca saiu do Araripe, mesmo quando Dona Santana faleceu e, estando todos os filhos morando no Rio de Janeiro, ficou morando sozinho até casar-se novamente, com Dona Maria Raimunda de Jesus. Ele faleceu em 25 de setembro de 1978 .... + Informações |








































