YOUTUBE > Encontrados 19 videos de "aureliano-de-figueiredo-pinto"
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Aureliano de Figueiredo Pinto: médico e poeta 4.63 min. | 5.0 avaliação | 523 exibições Matéria do telejornal Atividade Simers sobre o médico e poeta Aureliano de Figueiredo Pinto. Exibido em 06 de fevereiro de 2010. Série sobre médicos com nome de rua em Porto Alegre. O Museu de História da Medicina do RS - www.muhm.org.br - é fonte nesta série do telejornal.. + Informações |
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Sadi Lewis Carvalho - faca de Aureliano de Figueiredo Pinto 1.53 min. | 3.0 avaliação | 263 exibições O velho tropeiro Sadi Lewis Carvalho, primo distante do comediante Jerry Lewis, em solenidade de entrega, para o marido de uma neta do poeta já falecido, de uma faca que pertenceu a Aureliano de Figueiredo Pinto ,. + Informações |
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Imobiliaria Coliseu - Locação - Rua Aureliano de Figueiredo Pinto 2.45 min. | 5.0 avaliação | 81 exibições www.imobiliariacoliseu.com.br Rua Aureliano de Figueiredo Pinto Bairro Praia de Belas Porto Alegre Tipo Loja Area Privativa: 226 m² Disponível para Locação Loja nova, 3 banheiros, depósito, estacionamento coberto 3 vagas, descoberto 1 vaga. possibilidade de +4 vagas descobertas.. + Informações |
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Apt 4 aureliano de Figueiredo Pinto 2.53 min. | 0 avaliação | 5 exibições 2 qts. + Informações |
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Chimarrão da Madrugada - Aureliano de Figueiredo Pinto - Marcello Caminha - Vanério Germano 4.83 min. | 0 avaliação | 21 exibições Poesia de Luiz Menezes. Violão: Marcello Caminha Declamador: Vanério Germano. + Informações |
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Getulio Motta - Chimarrão da Madrugada.wmv 4.57 min. | 0 avaliação | 687 exibições Getulio Motta declama a poesia Chimarrão da Madrugada, de Aureliano de Figueiredo Pinto. + Informações |
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Noel Guarany - Aqui me pongo a cantar, De noite ao tranquito, Milonga missioneira.wmv 7.57 min. | 5.0 avaliação | 1796 exibições Faixa 01 do disco Noel Guarany canta Aureliano de Figueiredo Pinto de 1978.. + Informações |
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Douglas Dias - Romance do Gaúcho Velho Solito - Fase Regional do ENART 2010 4.72 min. | 5.0 avaliação | 1030 exibições Douglas Diehl Dias declamando Romance do Gaúcho Velho Solito, de Aureliano de Figueiredo Pinto, Fase Regional do ENART 2010, em Encruzilhada do Sul, 5rt, representando o PL Delfino Carvalho, Cachoeira do Sul. + Informações |
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Noel Guarany - O canto do guri campeiro 3.25 min. | 5.0 avaliação | 75 exibições Canto do guri campeiro - Aureliano de Figueiredo Pinto e Noel Guarany À galope, cantando, o gurizito reponta o gado monarquiando o zaino antes que a noite estas coxilhas tome Canta uma toada alegre, um campeirito, que os cascos do seu zaino folherito vão machucando tanta flor sem dono Teu canto claro de guri campeiro Vibra ao longe no campo ao entardecer É uma canção esplêndida e atrevida Viril e jovem, afirmando a vida Na hora do crepúsculo morrer É uma canção esplêndida e atrevida Viril e jovem, afirmando a vida Na hora do crepúsculo morrer Afirma que esta noite é um acidente E outro dia trará seja o que for Tua voz antecipa outra aurora Canta guri, campeiro campo fora Teu canto é o hino da querência em flor Tua voz antecipa outra aurora Canta guri, campeiro campo fora Teu canto é o hino da querência em flor Teu canto avulta contra o poente em fogo Vulto equestre, à galope a voz se expande Como os clarins de uma vanguarda guapa Renascerás de uma raiz farrapa Nas manhãs de outros sóis velho Rio Grande Como os clarins de uma vanguarda guapa Renascerás de uma raiz farrapa Nas manhãs de outros sóis velho Rio Grande Nas manhãs de outros sóis velho Rio Grande. + Informações |
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Versus - Noel Guarany 3.50 min. | 0 avaliação | 14 exibições Versus - Noel Guarany - Canta Aureliano De Figueiredo Pinto - 1978. + Informações |
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Sadi entregando faca 1.93 min. | 0 avaliação | 222 exibições Velho tropeiro Sadi Lewis Carvalho entregando para o marido (Zé) da neta de Aureliano de Figueiredo Pinto a faca que um dia fora do médico e poeta gaúcho.. + Informações |
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Destruída a sede da AGAPAN em Porto Alegre 1.85 min. | 5.0 avaliação | 283 exibições A notícia no Bom Dia Rio Grande/RBSTV - Bloco 2 - 7/6/2011 Um dia após o Dia Mundial do Meio Ambiente, destruição da sede da mais antiga ONG ambientalista do Brasil. A Agapan, fundada por José Lutzenberger, Augusto Carneiro, Hilda Zimmermann e Flávio Lewgoy, entre outros, é a primeira organização ecológica do Brasil e da América Latina, cujo aniversário foi comemorado no dia 27 de abril. ... Na tarde desta segunda-feira, 6, logo após o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no domingo, 5, integrantes da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) foram surpreendidos com a notícia de destruição de sua Sede, situada na esquina das avenidas Aureliano de Figueiredo Pinto e Praia de Belas. Com alvará provisório, concedido pela Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), a Peruzzato & Kindermann contratou a empresa de demolição Gilberto Bexiga, que invadiu uma área pública e destruiu o patrimônio da Agapan, que tem cessão de uso expedido pela própria Prefeitura à Agapan por 20 anos, a contar do início de 2002. "Tínhamos uma sede construída, com telhado verde e onde desenvolvíamos testes de tijolo ecológico, feito a partir de argila", diz José Guilherme Fuentefria, arquiteto e conselheiro da Agapan, responsável pelo projeto de construção de uma sede, com base em técnicas sustentáveis, que estava em finalização. .... + Informações |
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Luis Afonso Torres 7.62 min. | 5.0 avaliação | 495 exibições Declamando de Aureliano de Figueiredo Pinto - Terço. + Informações |
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Demetrio Xavier en Sentimiento por lo Nuestro 3.97 min. | 5.0 avaliação | 1421 exibições Demetrio Xavier cantor Gaúcho que ha cultivado el legado de grandes maestros del folcklore Argentino y Uruguayo como Atahualpa Yupanqui, Osíris Rodríguez Castillo, Wenceslao Varela y Aníbal Sampayo entre otros. En su visita a Sentimiento por lo Nuestro entre varios temas que interpretó, como solista y acompañado por Carlos Paravís, elegimos "Toada de Ronda" de Aureliano Figueiredo Pinto. TOADA DE RONDA Ronda mansa... Noite linda! Bem baio-branco está o luar. Rondando o segundo quarto, Companheiros! vou cantar: É lindo uma comitiva quando se vai fazer tropa: poncho e laço, galho atado, chapéu batido na copa. E a cavalhada por diante, e os pingos barbeando o freio. Charla a indiada estrada fora inté o primeiro rodeio. Fora boi!... Sta fora o boi! boi brasino, que é bom pelo. E, como corda de viola, chega o brasino ao sinuelo. Meu mourito Orelha-Curta sabe como é que se faiz: se o boi pula... pula junto, não se apartam nunca mais. Quebra boi... ai! quebra, quebra! Bate aspa e casco -- é uma piorra. Quebra... quebra... ai! varre... varre! que redemoinhe e não corra! Nesse trechito o meu Zaino à direita e esquerda calça. Que rédea, amigos! o flete parece que dança valsa. Ôpa... Ôpa... Marcha... marcha! E, na primeira porteira, é só no mais... Talha... Talha!... no meio da polvadeira. Meu Pangaré-Malacara -- com a cavalhada na ponta -- se empina e atira e não pára: quage me faiz errá a conta. Venha... Venha... Venha boi! Abro o peito nas estradas. Venha boi... ai! venha .... + Informações |
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video-2012-03-14-09-46-05[1].mp4 1.17 min. | 5.0 avaliação | 176 exibições Porto Alegre alagada. Vista do prédio do IPERGS (Borges de Medeiros esquina Aureliano de Figueiredo Pinto). Bocas de Lobo não estão funcionando !. + Informações |
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Sobre perros porteños desaparecidos... 4.22 min. | 5.0 avaliação | 46 exibições Instalação feita pelo artista francês Filou, nas paredes da Terreira da Tribo, na Rua João Alfredo esquina com Aureliano de Figueiredo Pinto (Cidade Baixa), Porto Alegre, com imagens de cartazes dos cães e gatos desaparecidos em Buenos Aires, que seus donos pregam nas paredes da cidade. Filou utilizou cópias dos cartazes para simular um cemitério destes desaparecidos, fazendo uma colagem com recortes de flores, santos e velas (que ele desenhou) ....ele acendeu velas que encontrou apagadas na praia de Ipanema, após rituais de candomblé. Formado em Filosofia, o jovem e crítico Filou esteve vivenciando o Brasil em Porto Alegre, na sua viagem de volta a Paris após três anos de América do Sul - viveu no Peru, no Chile e na Argentina, fazendo arte urbana, muralismo e oficinas. Segue para Sampa!. + Informações |
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carro invade locadora.wmv 0.60 min. | 0 avaliação | 163 exibições Carro desgovernado invade uma locadora esta manhã aqui na capital. O acidente aconteceu na avenida Aureliano de Figueiredo Pinto. A reportagem é do Wilson Rosa. A programação completa você encontra no site: www.sbt-rs.com.br. + Informações |
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CHIMARRÃO CULTURAL. Art Cósmica 14.33 min. | 0 avaliação | 19 exibições Olá, eu sou VARNO NÔMADE. ... Estou na estrada compartilhando meu aprendizado em Terapias Holísticas e registrando a Arte Cósmica. Minha casa é meu corpo, meu quintal é o Universo, meu estúdio é onde a arte se encontra. ... Art Cósmica é a consagração da Arte. ... Nele reverenciamos toda forma de Arte. ... E a arte se apresenta em todos os momentos, todos os movimentos. Arte de Amar Arte de Servir Arte de Transformar É a Arte de Viver. ... Você já a reconheceu em seus movimentos? ... Fone: 55 81383551 E-mail: varno.nomade@gmail.com ... Acesse nosso blog e saiba mais. Blog: artcosmica.wordpress.com. + Informações |
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LUCIANO SALERNO - AUTOR E INTéRPRETE DA 5ª QUERêNCIA da Poesia GAúCHA 1.18 min. | 0 avaliação | 95 exibições Visagens na Tarde Gris A tarde fecha-se toda Por entre a terra eo céu! Um aroma de liberdade Descansa no horizonte. As nuvens vão sem alarde Cerrando as pálpebras com o véu, Fria e sem olhos vai-se à tarde. Baila o capim em forma e movimento O vento desenha este quadro campechano Trazendo com fidalguia um verso de -Aureliano- : *" - ´stão cor de cinza e cor de chumbo As cousas, o ar, o céu eo chão". Ah! Este cruel manto escuro Deixa-me de pupilas paradas E ocultos silêncios no coração. A tarde se faz pura e viva de poesia! Às gerações e gerações restam versos De todo o gênero, os mais puros São estes os que surgem em momentos Que na plenitude da alma Aflora o lírico dos sentimentos. Nestas tardes de julho Encontro-me -- cativo -- De olhar mudo e boca cega Compartilhando esta nostalgia inebriante Sem que do seu vazio Fiquem marcas em meu semblante. À tarde se retova Na paisagem que este matiz desenha. Em acordes cruzando coxilhas e canhadas, O vento traduz sem limites essa ausência Que o inverno traz na gola do poncho-pátria! As arestas destas mãos São "casa" para as rédeas do lobuno Que se mescla ao tempo reiúno; E num tranco seguimos os três: O flete pra lida, o cusco na escolta da rês, Eu mantendo viva a raça campeira Longe da ilusão povoeira! Pois a galope O progresso consumindo A essência terrunha, Vai groseando peçunha e casco, Encurtando a longa estrada De quem leva ao tranco A vida em cima dos "bastos". Sim! Aqui se busca o novo, mas, Com o garrão firme no passado .... + Informações |






























![video-2012-03-14-09-46-05[1].mp4 : TopVideos.com.br video-2012-03-14-09-46-05[1].mp4 : TopVideos.com.br](http://i.ytimg.com/vi/lJBSne6uTEo/default.jpg)



