YOUTUBE > Encontrados 405 videos de "adriano-correia-de-oliveira"
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Recordar Adriano Correia de Oliveira 4.00 min. | 5.0 avaliação | 22759 exibições cravodeabril.blogspot.com Recordar Adriano Correia de Oliveira Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 ? Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. Texto: Jornal Avante! Música: Tejo que Levas as Águas Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava-a de crimes espantos de roubos, fomes, terrores, lava a cidade de quantos do ódio fingem amores Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro Lava palácios vivendas casebres bairros da lata leva negócios e rendas que a uns farta ea outros mata Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava avenidas de vícios vielas de amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais Afoga empenhos favores vãs glórias, ocas palmas leva o poder dos senhores que compram corpos e almas Leva nas águas as grades ... Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo Tejo que levas nas águas cravodeabril.blogspot.com Cortesia: Movieplay Portuguesa. + Informações |
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ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA - CANTAR DE EMIGRAÇÃO 2.82 min. | 5.0 avaliação | 40696 exibições Album - ADRIANO - Obra Completa GENTE DE AQUI E DE AGORA E OUTRAS CANÇÕES FAIXA 1 - Cantar de Emigração Rosalía de Castro-José Niza/José Niza. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira Tejo Que Levas as Águas 3.77 min. | 4.960396 avaliação | 24603 exibições Tejo que levas as águas compositor Manuel da Fonseca Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 ? Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. ( Wikipédia ) Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava-a de crimes espantos de roubos, fomes, terrores, lava a cidade de quantos do ódio fingem amores Leva nas águas as grades de aço e silêncio forjadas deixa soltar-se a verdade das bocas amordaçadas Lava bancos e empresas dos comedores de dinheiro que dos salários de tristeza arrecadam lucro inteiro Lava palácios vivendas casebres bairros da lata leva negócios e rendas que a uns farta ea outros mata Tejo que levas as águas correndo de par em par lava a cidade de mágoas leva as mágoas para o mar Lava avenidas de vícios vielas de amores venais lava albergues e hospícios cadeias e hospitais Afoga empenhos favores vãs glórias, ocas palmas leva o poder dos senhores que compram corpos e almas Leva nas águas as grades ... Das camas de amor comprado desata abraços de lodo rostos corpos destroçados lava-os com sal e iodo Tejo que levas nas águas. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Roseira Brava 3.02 min. | 4.861111 avaliação | 15313 exibições Álbum - ADRIANO - Obra Completa Gente de Aqui e de Agora e Outras Canções Faixa 12 - Roseira Brava António Ferreira Guedes/José Niza. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - "E Alegre se Fez Triste" 3.28 min. | 5.0 avaliação | 3735 exibições Do álbum "Gente de Aqui e de Agora" (1971). Poema de Manuel Alegre. Música de José Niza; orquestração de José Calvário. E ALEGRE SE FEZ TRISTE Aquela clara madrugada que viu lágrimas correrem no teu rosto e alegre se fez triste como chuva que viesse em pleno Agosto. Ela só viu meus dedos nos teus dedos meu nome no teu nome. E demorados viu nossos olhos juntos nos segredos que em silêncio dissemos separados. A clara madrugada em que parti. Só ela viu teu rosto olhando a estrada por onde um automóvel se afastava. E viu que a pátria estava toda em ti. E ouviu dizer adeus: essa palavra que fez tão triste a clara madrugada.. + Informações |
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Trova do vento que passa 3.28 min. | 4.9548135 avaliação | 259351 exibições Adriano Correia de Oliveira - Manuel Alegre. + Informações |
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Margem Sul - Adriano Correia de Oliveira 2.45 min. | 4.928571 avaliação | 3375 exibições Homenagem ao Camarada Adriano Correia de Oliveira por Jacinto Modesto. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira-Fala do Homem Nascido 3.22 min. | 4.7777777 avaliação | 31709 exibições Fala do Homem Nascido Poema: António Gedeão Música: José Niza Venho da terra assombrada, Do ventre de minha mãe; Não pretendo roubar nada Nem fazer mal a ninguém. Só quero o que me é devido Por me trazerem aqui, Que eu nem sequer fui ouvido No acto de que nasci. Trago boca para comer E olhos para desejar. Tenho pressa de viver, Que a vida é água a correr. Venho do fundo do tempo; Não tenho tempo a perder. Minha barca aparelhada Solta o pano rumo ao norte; Meu desejo é passaporte Para a fronteira fechada. Não há ventos que não prestem Nem marés que não convenham, Nem forças que me molestem, Correntes que me detenham. Quero eu ea Natureza, Que a Natureza sou eu, E as forças da Natureza Nunca ninguém as venceu. Com licença! Com licença! Que a barca se fez ao mar. Não há poder que me vença. Mesmo morto hei-de passar. Com licença! Com licença! Com rumo à estrela polar. (in "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999). + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Canção com Lágrimas 3.77 min. | 5.0 avaliação | 2686 exibições Eu canto para ti um mês de giestas Um mês de morte e crescimento ó meu amigo Como um cristal partindo-se plangente No fundo da memória perturbada Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa E um coração poisado sobre a tua ausência Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês Em que os mortos amados batem à porta do poema Porque tu me disseste quem em dera em Lisboa Quem me dera me Maio depois morreste Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro Eu canto para ti Lisboa à tua espera Teu nome escrito com ternura sobre as águas E o teu retrato em cada rua onde não passas Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio Porque tu me disseste quem em dera em Maio Porque te vi morrer eu canto para ti Lisboa eo sol Lisboa com lágrimas Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve Eu canto para ti Lisboa à tua espera.... + Informações |
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ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA - SE VOSSA EXCELÊNCIA... 3.92 min. | 5.0 avaliação | 2328 exibições Se Vossa Excelência... Adriano Correia de Oliveira Se Vossa Excelência Senhor Presidente Viesse cá almoçar mais vezes Se um dia chegasse de surpresa Iria ver onde é a nossa mesa Pr'aí pela beira da estrada Ou entre as pilhas da madeira Podia ver como é que a gente come Podia ver como é que a gente vive. Se Vossa Excelência Senhor Presidente Viesse cá almoçar mais vezes Iria ouvir discursos bem diferentes Nas bocas que hoje foram tão galantes Iria ver como essa gente Tão boazinha e sorridente Como essa gente trata quem trabalha Como nos fala aqui no dia-a-dia. Se Vossa Excelência Senhor Presidente Viesse cá almoçar mais vezes Se cá viesse sem a comitiva Então veria o que é a nossa vida Veria a gente despedida Ameaçada e ofendida Por defender o pão das nossas bocas Por defender o pão dos nossos filhos. Se Vossa Excelência Senhor Presidente Viesse cá almoçar mais vezes Se um dia aqui chegasse sem aviso Então faria disto um bom juízo Iria ver como é roubado Quem dia a dia é explorado Que aqui quem manda faz tudo o que quer Mas não vai ser não vai ser sempre assim. Se Vossa Excelência Senhor Presidente.... + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira: Trova do Amor Lusíada 2.27 min. | 4.902439 avaliação | 29055 exibições TROVA DO AMOR LUSÍADA, com música de Adriano Correia de Oliveira e de António Portugal, letra de Manuel Alegre, e interpretação de Adriano Correia de Oliveira. Para ver se no nosso país ainda «nascem os ventos ea liberdade».. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira-Canção da Beira Baixa 3.52 min. | 4.942029 avaliação | 19625 exibições Canção da Beira Baixa Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. Quando eu já for velhinho Quando eu já for velhinho Acabado de morrer Acabado de morrer. Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer. Olha bem para os meus olhos Olha bem para os meus olhos Sem vida são p'ra te ver... ...acabados de morrer. Era ainda pequenino Era ainda pequenino Acabado de nascer Acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. 'Inda mal abria os olhos 'Inda mal abria os olhos Já era para te ver... ...acabado de nascer. Adriano Correia de Oliveira (Avintes, 9 de Abril de 1942 ? Avintes, 16 de Outubro de 1982), foi um músico português e um dos mais importantes intérpretes do fado de Coimbra. Fez parte da geração de compositores e cantores de cariz político, que foram usadas para lutar contra o Estado Novo e que ficou conhecida como música de intervenção. ( Retirado da Wikipédia ). + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Menina dos olhos tristes 3.93 min. | 4.958763 avaliação | 34383 exibições Menina dos olhos tristes o que tanto a faz chorar o soldadinho não volta do outro lado do mar Vamos senhor pensativo olhe o cachimbo a apagar o soldadinho não volta do outro lado do mar Senhora de olhos cansados porque a fatiga o tear o soldadinho não volta do outro lado do mar Anda bem triste um amigo uma carta o fez chorar o soldadinho não volta do outro lado do mar A lua que é viajante é que nos pode informar o soldadinho já volta está mesmo quase a chegar Vem numa caixa de pinho do outro lado do mar desta vez o soldadinho nunca mais se faz ao mar. + Informações |
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ADRIANO CORREIA DE OLIVEIRA - Canção com Lágrimas 3.77 min. | 5.0 avaliação | 4160 exibições CANÇÃO COM LÁGRIMAS Eu canto para ti um mês de giestas Um mês de morte e crescimento ó meu amigo Como um cristal partindo-se plangente No fundo da memória perturbada Eu canto para ti um mês onde começa a mágoa E um coração poisado sobre a tua ausência Eu canto um mês com lágrimas e sol o grave mês Em que os mortos amados batem à porta do poema Porque tu me disseste quem em dera em Lisboa Quem me dera me Maio depois morreste Com Lisboa tão longe ó meu irmão tão breve Que nunca mais acenderás no meu o teu cigarro Eu canto para ti Lisboa à tua espera Teu nome escrito com ternura sobre as águas E o teu retrato em cada rua onde não passas Trazendo no sorriso a flor do mês de Maio Porque tu me disseste quem em dera em Maio Porque te vi morrer eu canto para ti Lisboa eo sol Lisboa com lágrimas Lisboa a tua espera ó meu irmão tão breve Eu canto para ti Lisboa à tua espera.... + Informações |
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Capa Negra Rosa Negra Adriano Correia de Oliveira 2.45 min. | 4.9857144 avaliação | 20258 exibições |
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Adriano Correia de Oliveira - "Lira" 3.27 min. | 5.0 avaliação | 15913 exibições Do álbum "Cantigas Portuguesas" (1980). Tradicional dos Açores.. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Fala do Homem Nascido 3.23 min. | 5.0 avaliação | 4376 exibições Aqui está mais uma bonita música das muitas que cairam no esquecimento no nosso universo musical português, onde se fez e continua a fazer grande música. Música: José Niza Viola: Rui Pato Intérprete: Adriano Correia de Oliveira (in LP "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999; "Obra Completa": CD "Adriano Canta José Niza", Movieplay, 1994, 2007) Esta música interpretada por Adriano Correia de Oliveira "Fala do homem nascido" é baseada no poema do grande poeta António Gedeão, in "Teatro do Mundo", Coimbra, 1958; "Poemas Escolhidos: Antologia Organizada pelo Autor", Lisboa: Edições João Sá da Costa, 1997. + Informações |
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As balas, Adriano Correia de Oliveira 3.30 min. | 5.0 avaliação | 5577 exibições Dá o Outono as uvas eo vinho Dos olivais o azeite nos é dado Dá a cama ea mesa o verde pinho As balas dão o sangue derramado Dá a chuva o Inverno criador As sementes da sulcos o arado No lar a lenha em chama dá calor As balas dão o sangue derramado Dá a Primavera o campo colorido Glória e coroa do mundo renovado Aos corações dá amor renascido As balas dão o sangue derramado Dá o Sol as searas pelo Verão O fermento ao trigo amassado No esbraseado forno dá o pão As balas dão o sangue derramado Dá cada dia ao homem novo alento De conquistar o bem que lhe é negado Dá a conquista um puro sentimento As balas dão o sangue derramado Do meditar, concluir, ir e fazer Dá sobre o mundo o homem atirado À paz de um mundo novo de viver As balas dão o sangue derramado Dá a certeza o querer eo concluir O que tanto nos nega o ódio armado Que a vida construir é destruir Balas que o sangue derramado Que as balas só dão sangue derramado Só roubo e fome e sangue derramado Só ruína e peste e sangue derramado Só crime e morte e sangue derramado. Manuel da Fonseca, in "Poemas para Adriano". + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Sou Barco (António Borges Coelho/Luís Cília) 4.35 min. | 5.0 avaliação | 3602 exibições |
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Quatro Quadras Soltas: Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e Fausto 4.00 min. | 5.0 avaliação | 8920 exibições Música: Quatro Quadras Soltas, cantada por Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira, Zeca Afonso e Fausto, um quarteto que jamais se juntará, momentos únicos.. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Tejo que levas as águas 3.38 min. | 5.0 avaliação | 1962 exibições Adriano Correia de Oliveira - Tejo que levas as águas Homenagem ao Adriano e ao escritor e poeta Manuel da Fonseca Imagens : banheirense Adriano Correia de Oliveira Nascido no Porto a 9 de Abril de 1942, morreu cedo de mais: apenas 40 anos depois, em Avintes, a mesma localidade que o viu crescer. Mas, se foi breve demais esta vida, não foi vivida em vão. Em Coimbra, para onde foi estudar Direito, em 1959, deparou-se com uma intensa actividade estudantil e cultural. Ainda «caloiro», iniciou-se no teatro e na música. Com grande sensibilidade para a poesia e para a música popular e dotado de um timbre de voz único e de uma emoção intensa, que colocava em todos os temas que interpretava, iniciou uma carreira musical própria, juntamente com alguns dos compositores e músicos que o acompanhariam durante toda a sua vida. Em 1960, grava o seu primeiro disco, com o título "Noite de Coimbra". É também em Coimbra que toma contacto com o forte movimento antifascista estudantil, ao qual adere desde a primeira hora. Também em Coimbra, junta-se ao PCP, o seu partido de sempre e para sempre. Na sua música, da sua extrema emotividade, está sempre presente a sua dedicação aos trabalhadores, ao povo, aos ideais da liberdade, da democracia, do socialismo. Entre 1960 e 1980, grava mais de noventa temas, que constituíram aquela que é uma das mais ricas obras musicais do século XX português. Antes e depois do 25 de Abril percorre o País eo mundo com a sua voz, carregada de esperança, em .... + Informações |
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Rosa de Sangue - Adriano Correia de Oliveira 2.88 min. | 5.0 avaliação | 3089 exibições Por Jacinto Modesto. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Canção para o meu amor não se perder no mercado da concorrência 3.67 min. | 5.0 avaliação | 2547 exibições Por Jacinto Modesto. + Informações |
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Canção do Soldado, Adriano Correia de Oliveira 1.65 min. | 5.0 avaliação | 5179 exibições Sete balas só na mão Já começa a amanhecer. Sete flores de limão Para lutar até vencer. Sete flores de limão Para lutar até morrer. Já estremece a tirania Já o sol amanheceu. Mil olhos tem o dragão Há chamas de oiro no céu. Abre no peito o luar Companheiros acercai-vos. Arde em nós a luz do dia Companheiros revezai-vos. Já o rouxinol cantou Tomai o nosso estandarte. No seu sangue misturado Já não há desigualdade. Sete balas só na mão Já começa a amanhecer. Sete flores de limão Para lutar até vencer.. + Informações |
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Adriano Correia de Oliveira - Canção Terceira 2.82 min. | 5.0 avaliação | 1723 exibições Homenagem de Jacinto Modesto a Adriano Correia de Oliveira. + Informações |








































